Novo site da Hering Kids: pensado para os pequenos

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As crianças estão cada vez mais próximas a internet. O novo site da Hering Kids foi pensado para esta realidade. Mais uma vez, a empresa responsável pelo desenvolvimento do site foi a Morphy Agência Interativa com layout da Gas-BR.

O novo site da linha infantil da marca Hering dá ênfase ao jeito descontraído das crianças mas com um visual moderno que está alinhado com a realidade delas, que estão antenadas com o que acontece na moda, na música e na cultura. A linguagem visual segue a linha dos materiais de pontos de venda.

Coleção - Meninos | Hering Kids - Outono 2012

Também com o objetivo de atender a estes novos consumidores, o site se adapta a diferentes resoluções e plataformas, como os tablets e os smartphones que possuem uma versão simplificada do site.

Mas criança é sempre criança e a brincadeira não poderia estar de fora de um site voltado para elas. Um jogo da memória com três fases, que usa imagens da coleção inverno da Hering Kids, está disponível online e também para download, para que os pequenos possam imprimir e recortar.

No projeto, a Morphy desenvolveu um gerenciador que controla todo o conteúdo do site, das fotos do fundo da home até os endereços do ponto de venda da marca, dando autonomia para a Hering gerir estas informações.

Adobe revela o futuro do Flash

A Adobe liberou hoje um documento sobre o planejamento do Flash Player, Adobe AIR e ActionScript para os próximos anos.

Basicamente, como já tinha comentado no outro post (chamado “Síndrome da Morte”), o foco dos produtos interativos da Adobe serão games e, o que eles chamaram de, premiun video market.

No documento, a Adobe dá uma breve introdução sobre o que são os produtos em discussão e logo após a projeção das features das versões futuras.

O documento deixa claro que a intenção é que o Flash Player se torne uma ferramenta de distribuição de games, chegando a qualidade de console, calma, isso não vai acontecer agora, mesmo tendo exemplos como esses abaixo, que já são funcionais e tem uma qualidade bem legal:

http://www.flare3d.com/showcase
http://away3d.com/showcase/
http://alternativaplatform.com/en/showcase/;

Com a liberação do novo Flash Player 11, já com o Stage3D integrado, as possibilidades do Flash cresceram muito nos quesitos qualidade e poder de processamento, tanto que no final do ano passado 2 das principais engines de games atuais, a Unity3D e a UDK (Unreal Development Kit) anunciaram que esse ano devem liberar suporte completo ao Flash Player, ou seja, você produz em uma dessas duas incríveis engines e exporta seu jogo ou aplicação em Flash Player (SWF) atingindo assim uma base instalada de mais de 90% dos computadores ao redor do mundo.

Apesar de ter confirmado a descontinuação do Flash Player mobile, a Adobe reforça que com o Adobe AIR é possível criar apps para praticamente qualquer smartphone ou tablet, incluindo iPhone e iPad, e que continuará a trabalhar junto com as empresas responsáveis para a melhor adaptação dos seus runtimes em cada plataforma, extendendo esse compromisso para todos os sistemas operacionais desktop.

Fora isso, as promessas para o ActionScript deixam uma boa expectativa, já que incluem: integração com bibliotecas C/C++, game services, maior compactação para byteArrays, multithread, entre outras.

Espero que  agora o movimento anti-flash dê uma acalmada, chega de querer ver quem é o melhor HTML5/CSS3 ou Flash, todos tem seu espaço e função, cabe a nós, desenvolvedores, escolhermos o que se encaixa melhor na necessidade do nosso cliente.

Grande abraço.

Passe o dia brincando no novo site da Trick Nick

Um dia inteiro de brincadeiras. Esta é a proposta do novo site da Trick Nick, marca infantil do Grupo Rovitex, que traz para a Internet o conceito de conforto e diversão presentes nas peças das suas coleções.

O novo site da Trick Nick, que tem o planejamento visual da Ativa Comunicação e foi desenvolvido pela Morphy Agência Interativa, apresenta uma navegação horizontal e tem vários elementos interativos, desde as janelas do prédio que acendem e apagam a cada clique na seção de contato, até as árvores e flores do site que se sacodem e soltam folhas. Estes elementos despertam a curiosidade da criança e estimulam a brincadeira.
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O Flash Morreu! Viva o Flash!

O título deste post, parafraseando uma palestra conhecida do amigo Michel Lent, tem realmente o objetivo de causar esta sensação de incoerência, pois é esta a impressão que o artigo no Blog do iPhone me causou. Evoluo aqui um comentário que deixei lá neste artigo.

Em meus mais de 20 anos de trabalho com tecnologia já vi muitas linguagens e padrões serem enterrados prematuramente quando algo novo surgiu.

Foi assim, por exemplo, quando o Java apareceu para dominar o mundo e tudo seria escrito nesta linguagem milagrosa, 100% multiplataforma e infinitamente melhor do que tudo que surgiu antes. Nada contra o Java ou as promessas e expectativas criadas na época. Elas eram, assim como tudo quando começa, somente promessas e expectativas de algo que ninguém sabia ao certo se vingaria e se tomaria a direção que se esperava. E assim deveriam ter sido encaradas.

Muitos anos se passaram e o Java está presente hoje nas mais diferentes aplicações, principalmente no mundo corporativo, muito impulsionado por gigantes de TI como SUN/Oracle e IBM. Mas ele não está em todas as plataformas como foi previsto e, principalmente, não é nativo no iOS, que é onde está a base do toda esta discussão sobre o futuro do Flash.

O Java ganhou seu espaço sem ser necessário que outras linguagens morressem e nem que fosse o único padrão de desenvolvimento no mundo todo. O .Net (inimigo mortal do Java naquela época) também cresceu e abocanhou uma grande fatia do mercado, sem falar no bom e velho PHP que continua crescendo, se modernizando e sendo ainda uma das linguagens mais usadas para o desenvolvimento web. Isto que ele também estava para morrer quando o Ruby on Rails surgiu como uma bomba atômica.

O que muitas pessoas não vêem é que existe espaço para tudo, incluindo a convivência (ou não) do Flash com o iOS. Eles não são excludentes e um não precisa morrer para que o outro viva, como Harry Potter e Voldemort (lembrei do filme que vi com meu filho).

Ele vai se modernizar, ficar mais potente, consumir menos máquina, rodar em outros dispositivos, ser usado para outras finalidades. Ou nada disso vai acontecer e ele vai continuar por aí, vivo e sendo usado por quem achar conveniente, como acontece até hoje com o “velho” Cobol, que continua rodando na maioria das instituições financeiras e tem até versão web (usado por grandes empresas) e muita gente ganhando dinheiro com ele.

Ainda sobre o Flash, a prática é que a tecnologia está presente em praticamente todos os navegadores (inclusive do Mac) e permite fazer coisas como capturar a imagem de um usuário por sua webcam ou rodar um jogo multiusuário sem precisar que o jogador tenha que instalar um plugin como o do Unity.

Nós aqui da Morphy já fizemos e continuamos fazendo muitos projetos incríveis com Flash e não encontramos ferramenta com a mesma flexibilidade e abrangência em browsers que nos permita fazer a mesma coisa. Só para citar dois projetos em Flash na web que hoje não funcionariam em HTML5 ou precisariam de outros plugins para funcionar, veja os posts do Futebol de Tampinhas e dos jogos Mundo Wars e Jornada Mágica.

Que tal então fazer em HTML5 aplicações para desktop como a viagem de asa delta sobre o Rio de Janeiro que fizemos para o lançamento do filme Rio, o jogo de frescobol com reconhecimento de gestos feito para o Banco do Brasil ou o aplicativo para criação de estampas que roda no Museu da Hering.

O HTML5 pode se tornar o padrão de interatividade na web e não duvido disso, mas não podemos descartar o Flash ou qualquer outra ferramenta só porque uma parte do mercado diz que isto pode acontecer.

Viva o Flash! Viva o HTML5! Viva a diversidade!

Síndrome da “Morte”

Não é a primeira vez que leio isso: “Agora é o fim da ferramenta tal”.

Acho que isso é um mal, ou melhor, uma síndrome, de todo entusiasta de novas tecnologias, tanto que até eu já saí com uma dessas:

Mas depois de ler alguns comentários, como esse, acho que vale pensar um pouco antes de afirmar que o Orkut morreu.

Mas a discussão da vez paira sobre o Flash e o novo produto da Adobe, o Edge. Bom o Edge é legal pra caramba, faz animações em HTML5/CSS3/Javascript.

– “Então quer dizer que posso ter bolinhas pulando no meu site, sem precisar do Flash, nem fazer em um GIF de 1 Mb?”

Isso mesmo! Você pode por bolinhas no seu site saltitando! Claro que estou forçando, e você pode fazer muito mais, todos já leram e viram exemplos, a maioria criada pelo Google, sobre as capacidades do HTML5 e todos já vivem hoje todas as façanhas possíveis com o Javascript, grande parte graças ao JQuery e outras bibliotecas do gênero. Mas afirmar que a Adobe está dando um tiro no pé, e que o Flash morreu, acho um pouco demais.

Defendo isso pois o Flash vem ao longo do tempo se reinventando e sendo aprimorado, já tivemos 2 upgrades significativos de linguagem, sem falar dos upgrades de segurança e renderização do Flash Player.

A utilização do Flash está diminuindo na web, mas isso não quer dizer que a quantidade de projetos em Flash está diminuindo. Atualmente o flash é utilizado para:

– Desenvolvimento de aplicações móveis, já que exporta para Android, iPhone/iPad e Playbook;
– Desenvolvimento de aplicações desktop (windows/mac/linux) com, o cada vez melhor, Adobe AIR;
– Desenvolvimento de jogos e aplicações para feiras em telas multitoque;

E creio que ele tem muito o que crescer neste mercado, já que os esforços atuais da esquipe do Flash/Flash Player estão no Molehil, que trás um poder 3D muito maior ao Flash, com ótimo nível de renderização e quantidade de polígonos simultâneos, por usufruir da aceleração de hardware de vídeo, além de várias melhorias no Flash Player 11.

Então antes de afirmar que a tecnologia vai morrer, é bom ter uma visão de todos os ângulos. O Unity3D não vai morrer porque o UDK e CryEngine estão se tornando grátis, o JAVA não vai matar o C#, ou vice-versa, e o HTML5 não vai matar o Flash.

 

Novo site da Cubalux destaca a liberdade criativa

A Cubalux é uma empresa do Grupo Zanotti e alia estudo de tendências em design, cores e processos de produção limpos no desenvolvimento de peças em policarbonato para uso em banheiros. Com vários produtos e uma cartela de 16 cores, os clientes podem optar por diversas combinações, criando banheiros clássicos ou extremamente modernos.

Para traduzir essa característica da empresa, a Morphy desenvolveu um site que além de apresentar cada produto com sua cartela de cores e detalhamento técnico, facilitando o trabalho de arquitetos e decoradores, ainda conta com aplicativos que possibilitam ao visitante uma envolvente experiência de cores. Tudo online. Já na home é possível ser surpreendido pela variedade de estilos dos produtos integrados ao visual do site.
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Tutti Baby lança coletivo blogueiro de mamães

Relacionamento é a palavra-chave para toda marca que deseja criar vínculo com seu público. E para uma marca de produtos feitos para o cuidado e a segurança de crianças isto não é diferente. É preciso conversar com as mamães.

Para facilitar a conversa da Tutti Baby com estas mamães, a Morphy criou junto com a Brava, agência responsável pela gestão da marca, um portal de relacionamento em formato de coletivo blogueiro batizado de Tutti Mami. Convidamos 10 mamães com perfis bem diferentes para participar do time de redatoras do portal e contar suas experiências, mesclando diversos conteúdos do dia-a-dia para ajudar as mães de primeira viagem com relação à saúde, segurança e bem-estar de seus bebês.


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Young Force lança diário online para as teens

Toda menina tem ou já teve uma agenda, um diário pessoal. Nela são registradas coisas particulares desse universo intenso que é a adolescência: repleta de altos e baixos em meio a fotografias de artistas, letras de música, clips de papel e colagens de personagens favoritos.

Através de uma pesquisa, a Morphy confirmou que as adolescentes (hoje chamadas teens) ainda nutrem uma paixão pelas agendas e seu universo. Com base nesta informação a agência desenvolveu para a Young Force, uma marca de roupas voltadas a este público, uma agenda online igualzinha à de papel. Nela a usuária é capaz de fazer tudo o que faria na sua agenda de verdade: colocar fotos, escrever, mudar de cor, enfeitar, colar adesivos, descrever seus programas de tv favoritos, filmes, artistas e tudo o que desejar.
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Sofisticação no novo site da Fato Básico

A Fato Básico é uma marca que reflete a atitude das mulheres brasileiras. Trazendo os melhores conceitos de moda em suas coleções, a empresa distribui seus looks nas lojas multimarcas do Brasil.

Para mostrar todo este estilo aos internautas, a Morphy desenvolveu o novo site da coleção Outono/Inverno sofisticado e cheio de detalhes, como a própria coleção da Fato Básico.

A marca também mantém um blog sobre os mais variados assuntos, para se manter em sintonia com suas consumidoras.