Navegar é preciso…

Em 1415 os portugueses venciam os mouros e tomavam a cidade de Ceuta no norte da África e em 1492 a Espanha, através do navegador genovês Cristóvão Colombo chegava na ilha de São Salvador nas Antilhas. Antes disso, o mundo acreditava que os oceanos acabavam em precipícios infinitos (?).

Em 1439, Gutemberg já facilitava um pouco a vida de todos (principalmente da igreja) com a invenção de um processo gráfico de reprodução. As bíblias chegariam na íntegra às mãos de todos. Depois os panfletos, jornais, revistas, livros…

Até Michael Faraday descobrir a indução magnética em 1831 e Henrich Rudolph Hertz comprovar na prática a existência das ondas de rádio, ainda engatinhávamos com a comunicação.

Depois o telégrafo, o telefone, a televisão e enfim a internet. E eis que voltamos a navegar. O interessante é que voltamos a acreditar num infinito, não em precipícios que engoliam navios, mas em dimensões infinitas de possibilidades. Em minha opinião, saímos mais uma vez da escuridão e da ignorância e partimos para o descobrimento.

Meu dia-a-dia aqui na Morphy é bem assim, descoberta após descoberta, continuo navegando com a bússola sempre apontada para o consumidor de nossas ideias.

Bem-vindos ao nosso espaço Lab.

:)

Categoria: Labs.
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Sobre Alexandre Santos

Estudante de Publicidade e Designer na Morphy - Agência (mais que) Interativa

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  1. Adorei o texto e a analogia de tudo. o/

  2. Valeu Djou, você com certeza também é um dos navegadores. Tá lá na crista da onda. :)

  3. “Descobrimento” essa é a palavra.
    Na aérea da tecnologia, não temos limites para descobrimentos.
    A cada dia surgem novos conceitos, novas idéia e com isso novos desafios. Baseado nisso, podemos ver as empresas que se destacam nessa área.
    A Morphy tem essa característica, esta sempre a frente na questão de trazer ao público tais novidades.