Painel interativo refrigera água em Israel

A BBR Saatchi & Saatchi de Tel Aviv (Israel) criou um painel impresso gigante e interativo que refrigera água. O cliente, Mey Eden é uma empresa de água mineral.

Como as temperaturas de verão começaram a subir no centro de Tel Aviv, o refrigerador de água atendeu cerca de 80 mil pessoas que passaram por ali. Uma ação simples que reforça o objetivo do cliente.

Criatividade na web: a lista do Google

Está com o seu leitor de RSS sempre recheado? Nunca consegue ler tudo de verdade e só consegue zerar os feeds apelando pro “marcar tudo como lido”? Sabemos como é isso. A internet nos bombardeia com informações (úteis e inúteis) e mal temos tempo para acompanhar.

Mas se você quer arrasar no bate-pape entre amigos no fim de semana, o Google Creative Lab acabou de dar aquela mão na roda e listou 106 exemplos da criatividade na web.

Vale muuuuito a pena dar uma olhadinha e admirar-se com a criatividade espalhada pelo mundo.

Escrevendo com a marca

Ok. Já sabemos que as marcas precisam repensar como fazer propaganda, que precisam interagir sem interromper o consumidor e, de preferência, lhe dar uma boa memória/experiência para se diferenciar e sobreviver nesse mundo onde tudo é praticamente igual.

Pensando nisso, a Grey de Barcelona criou para a Pilot uma ação interativa muito interessante e realmente personalizada.
O Pilot Handwriting é um espaço onde você pode digitalizar a sua própria letra e transformá-la em uma fonte.


Depois de criada a sua fonte, você já pode escrever, praticamente à mão, um e-mail para seus amigos e pessoas especiais.

É legal ver que, num mercado que qualquer caneta de propaganda serve para escrever, existe uma marca com uma mensagem de quem se importa com o que você tem a dizer e quer te ajudar a facilitar isso.

Simples =)

Iconologia no design de interfaces

A toda hora estamos interpretando símbolos, sejam eles uma escrita, um desenho, um sinal ou uma combinação entre cores e desenhos. O mundo é regrado por ícones. No trânsito nós temos as placas de sinalização que utilizam de desenhos simples e de simples interpretação para facilitar a “navegação” dos nossos “usuários” das rodovias. Ainda no trânsito temos a significação universal das cores que torna instantânea a interpretação feita pelo nosso cérebro. Um exemplo claro disso é um semáforo: você já imaginou se, ao invés das cores verde, vermelho e amarelo, o semáforo trouxesse escrito “avance”, “pare” e “atenção”?

Sinal de Trânsito confuso

É… o trânsito não seria tão intuitivo e prático como nós conhecemos, então é aqui que chegamos à questão que eu costumo refletir e vou compartilhar com vocês: por que navegar na internet nem sempre é tão intuitivo e prático quanto “navegar” no trânsito? Vamos ver… continue lendo >

A “febre” das redes sociais

Não é raro chegar um briefing assim:

Avaliar a participação da marca X no mercado online considerando a possível remodelação dos sites. Importante: não esquecer das redes sociais.

Ok.

Depois de muitas palestras, ppts, entrevistas, podcasts e até sermão do padre, ficou bem claro para todos que as tais redes sociais não podem ser esquecidas num planejamento web. Nada mais justo salientar a importância de tal item.

Aí já vejo um problema, não nas redes, mas na amplitude do planejamento web. Analisemos:

Para uma planejamento ser completo temos algumas etapas básicas:

1 – Diagnóstico (análise públicos internos e externos)
2 – Análise SWOT (pontos fortes, fracos, ameaças e oportunidades)
3 – Objetivos (sim, é o mais importante)
4 – Estratégias (o que precisa ser feito considerando curto, médio e longo prazos)
5 – Cronogramas (quem vai fazer o quê e quando)
6 – Custos (a página que normalmente o financeiro olha primeiro)

Se vamos fazer um planejamento completão, temos que considerar Adwords, Adsense, monitoramento de buzz, relatórios do Analytics (analisados e não só impressos), banners, promoções, e-news, conversões realizadas, além dos desenvolvimentos de hotsites, sites, gestão de conteúdos, banners, lojas e as estratégias para as redes sociais, certo? (puf! puf!)

Certo. Tem que ter tudo, mas o que ocorre é que na prática não é bem assim. Não que as agências não façam, já vi vários projetos que contemplam todas as etapas, com todo o detalhamento e uma amplitude de estratégias que poderia transformar qualquer mercearia em uma megastore em pouco tempo.

Muito passa pelo item 6 do planejamento. Ou melhor, não passa. Daí chegamos onde eu queria, vamos economizar um tanto e ir direto para as redes sociais. Aproveitamos a tal febre e encurtamos o tempo. Chegamos junto ao consumidor e fazemos a maravilhosa conversão de clientes em seguidores. Pá! Resolvido!

Quem estuda um pouco e acompanha a realidade das redes sociais percebe que não é isso que ocorre. Clientes não deixam de ser clientes e passam a ser seguidores por causa da presença de uma marca na rede. Clientes passam a ser seguidores de uma marca quando a estratégia de presença online está bem feita. Quando a empresa cuida da marca em seu site institucional, quando investe em ações criativas e diferenciadas, quando valoriza a opinião dos clientes, quando oferece vantagens reais, quando gera conteúdo relacionado de qualidade (e não só replica) e, principalmente, quando sabe lidar com crises existenciais de consumidores que, por algum motivo, não foram bem atendidos, aí sim clientes passam a ser seguidores.

A presença online exige muito mais das marcas. Exige comprometimento, rapidez, inteligência, criatividade e transparência. As redes sociais só fazem exibir essa política e validar as intenções. Planejar cada uma das etapas passa a ser essencial.

Chegamos à era da verdade na indústria. A propaganda que, por longos anos, podia se valer de valorizar apenas o lado bom do anunciante e escondendo as falhas, perdeu espaço para os amigos. Ninguém mais compra se o “Google” diz que alguma coisa é ruim. Blogs, Twitter, Facebook e Orkut transformaram-se em gurus na decisão de compra.

Voltamos à prancheta, revemos todos os conceitos do marketing e valorizamos o que é o mais importante: quem fala bem de nossa marca (mas isso já é assunto para o próximo post).

See ya!

Navegar é preciso…

Em 1415 os portugueses venciam os mouros e tomavam a cidade de Ceuta no norte da África e em 1492 a Espanha, através do navegador genovês Cristóvão Colombo chegava na ilha de São Salvador nas Antilhas. Antes disso, o mundo acreditava que os oceanos acabavam em precipícios infinitos (?).

Em 1439, Gutemberg já facilitava um pouco a vida de todos (principalmente da igreja) com a invenção de um processo gráfico de reprodução. As bíblias chegariam na íntegra às mãos de todos. Depois os panfletos, jornais, revistas, livros…

Até Michael Faraday descobrir a indução magnética em 1831 e Henrich Rudolph Hertz comprovar na prática a existência das ondas de rádio, ainda engatinhávamos com a comunicação.

Depois o telégrafo, o telefone, a televisão e enfim a internet. E eis que voltamos a navegar. O interessante é que voltamos a acreditar num infinito, não em precipícios que engoliam navios, mas em dimensões infinitas de possibilidades. Em minha opinião, saímos mais uma vez da escuridão e da ignorância e partimos para o descobrimento.

Meu dia-a-dia aqui na Morphy é bem assim, descoberta após descoberta, continuo navegando com a bússola sempre apontada para o consumidor de nossas ideias.

Bem-vindos ao nosso espaço Lab.

:)

Frescobol em Realidade Aumentada

Buscando melhorar a experiência do usuário em jogos, a Morphy desenvolveu um protótipo de jogo em Realidade Aumentada para ser aplicado em feiras, quiosques ou mesmo na web, onde qualquer objeto pode ser o seu joystick. Utilizando flash e conceitos desta tecnologia, trouxemos a praia e o frescobol para dentro da agência.

Para quem não sabe do que se trata, a Realidade Aumentada é uma tecnologia que combina elementos virtuais com o ambiente real, programado através de ações pré-definidas e respostas que deverão ser dadas às mesmas. Quando o programa recebe essas informações, ele as interpreta e exibe a resposta na tela. O processo é em tempo real e concebido em três dimensões.

Há diversas aplicações para a Realidade Aumentada, uma delas é com foco em entretenimento, como este jogo que desenvolvemos.

Demonstração do protótipo Frescobol, desenvolvido com Realidade Aumentada